Caros amigos(as),
Talvez seja da nossa cultura. Precisamos ser reconhecidos. Reconhecimento é muito importante !
Principalmente se ele nos trouxer algo em troca: um título, um cargo, uma promoção. Só assim mesmo para explicar o descaso de inúmeras autoridades a respeito de problemas que nos sondam.
Trânsito ? Está cada vez mais fácil comprar carro e as nossas vias não agüentarão em breve (acho que esse "em breve" já chegou...).
Violência ? Aumenta a cada dia, com novos atos ousados contra o cidadão de bem. O Rio de Janeiro beira uma guerra civil. Outras cidades caminham para o mesmo sentido.
Educação ? Um sistema caótico, que aprova as crianças mesmo sem terem obtido as notas necessárias para mudar de série. Se a educação é a base do futuro, como será esse futuro ?
Saúde ? Hospitais com péssimo atendimento, com falta de leitos, pessoas jogadas ao chão, pelos corredores. É o que o ser humano, detentor de várias tecnologias, merece ?
Para que prevenir tudo isso ? O que um governante ou responsável pela melhora desses pontos ganha quando investe na prevenção desses problemas (se é que ainda podemos chamar de prevenção) ? Talvez bem menos do que deixar tudo de uma forma caótica e tentar, a partir do problema deflagrado, ser um herói.
Ser aquele que resolveu (mesmo que temporariamente) o problema do nó no trânsito. Ser aquele que deu um pouco mais de dignidade para os que estão nas filas dos hospitais. Ser aquele que diminuiu a violência (até mesmo à força). E assim vai.
Tudo isso requer um planejamento de longo prazo. E acredito que não tenhamos essa cultura. Pensamos no imediato, no agora e não no amanhã, no que iremos deixar para os nossos herdeiros.
Se a prevenção trouxesse reconhecimento, acredito que não chegaríamos ao caos que estamos chegando. Portanto, acho que precisamos ser mais conscientes e não nos deixar levar pelos possíveis heróis do trânsito, da segurança, da educação e da saúde. Onde estavam eles enquanto o problema se formava ?
Por que não planejar mais e refazer menos ?
Grande abraço a todos(as),
Nelson Mansur
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
Quem é Fruto de Quem ?
Caros Amigos(as),
Fico me perguntando todos os dias até onde vai ou até onde deveria ir a ação do Estado na nossa sociedade. Caio na seguinte dúvida: Será que somos frutos do meio ou o meio é que é o nosso fruto ?
Novo período de eleições. Novos e antigos candidatos, promessas para a cura das mais diversas falhas sociais, como se realmente quisessem fazer algo, além de se promover e promover os seus. Alguém ainda acredita ? Será que eles acham que convencem ?
Tudo bem, nós (o coletivo, o povo) é que os escolhemos, não é ? Infelizmente.
Se escolhemos pessoas assim para nos representar (existem exceções), eles são o nosso fruto, não é mesmo ? Podemos dizer que sim. Eles entram e são incapazes de promover poucas ou pequenas mudanças.
Moro em uma cidade do "Grande Rio" de Janeiro chamada Niterói. E vou para o Rio todos os dias e finais de semana. Nossos governantes são caricaturas, a nossa violência está desenfreada, não temos segurança, saúde e nem educação. Tudo isso é uma piada, mas que ninguém ri.
Logo em seguida me vem uma questão: O que fazemos para mudar ? Apenas votamos ? Se boa parte da população anula o voto e outra boa parte é comprada (por sacos de cimento, refeições, alguns litros de combustível) ou beneficiada, o que se espera dessas pessoas que elegemos ?
Eu não espero mais nada.
Sendo assim, o que podemos fazer para mudar ? Muita coisa.
A partir do momento que relaxamos com o Estado, ele relaxa conosco. Se ele se omite em alguma coisa e ninguém reclama, a omissão se torna uma premissa. Se relaxamos com o Estado, então é justo não termos segurança, saúde, educação, mais lazer, concordam ? Ou um povo que relaxa com as ações dos seus representantes quer de verdade alguma dessas coisas básicas ? Quer mais é carnaval, cerveja e futebol.
Se não tivermos coragem de cobrar com vontade, não teremos nenhuma melhora fácil. Não podemos esperar que alguém, além de nós mesmos alguma imposição para melhora. Temos que reclamar, nos unir, usar o poder de consumo que temos para definir tendências, fazer manifestações, fugir da comodidade. Não há Estado que resista ao poder que temos (e que não sabemos que temos, talvez).
Por que os países da Europa e da América do Norte, além de Japão, Austrália e alguns outros, são mais evoluídos no aspecto "sociedade" ? Porque lá o cidadão controla, reclama, briga ao menor sinal de desrespeito e omissão dos seus representantes.
É claro que pode surgir alguém sério e revolucionar alguma coisa. Mas ainda estamos falando de Brasil, não é mesmo ?
Eu já tomei a minha decisão. Eu vou brigar pra mudar, nem que me chamem de maluco, revoltado e grosso.
E você ?
Fico me perguntando todos os dias até onde vai ou até onde deveria ir a ação do Estado na nossa sociedade. Caio na seguinte dúvida: Será que somos frutos do meio ou o meio é que é o nosso fruto ?
Novo período de eleições. Novos e antigos candidatos, promessas para a cura das mais diversas falhas sociais, como se realmente quisessem fazer algo, além de se promover e promover os seus. Alguém ainda acredita ? Será que eles acham que convencem ?
Tudo bem, nós (o coletivo, o povo) é que os escolhemos, não é ? Infelizmente.
Se escolhemos pessoas assim para nos representar (existem exceções), eles são o nosso fruto, não é mesmo ? Podemos dizer que sim. Eles entram e são incapazes de promover poucas ou pequenas mudanças.
Moro em uma cidade do "Grande Rio" de Janeiro chamada Niterói. E vou para o Rio todos os dias e finais de semana. Nossos governantes são caricaturas, a nossa violência está desenfreada, não temos segurança, saúde e nem educação. Tudo isso é uma piada, mas que ninguém ri.
Logo em seguida me vem uma questão: O que fazemos para mudar ? Apenas votamos ? Se boa parte da população anula o voto e outra boa parte é comprada (por sacos de cimento, refeições, alguns litros de combustível) ou beneficiada, o que se espera dessas pessoas que elegemos ?
Eu não espero mais nada.
Sendo assim, o que podemos fazer para mudar ? Muita coisa.
A partir do momento que relaxamos com o Estado, ele relaxa conosco. Se ele se omite em alguma coisa e ninguém reclama, a omissão se torna uma premissa. Se relaxamos com o Estado, então é justo não termos segurança, saúde, educação, mais lazer, concordam ? Ou um povo que relaxa com as ações dos seus representantes quer de verdade alguma dessas coisas básicas ? Quer mais é carnaval, cerveja e futebol.
Se não tivermos coragem de cobrar com vontade, não teremos nenhuma melhora fácil. Não podemos esperar que alguém, além de nós mesmos alguma imposição para melhora. Temos que reclamar, nos unir, usar o poder de consumo que temos para definir tendências, fazer manifestações, fugir da comodidade. Não há Estado que resista ao poder que temos (e que não sabemos que temos, talvez).
Por que os países da Europa e da América do Norte, além de Japão, Austrália e alguns outros, são mais evoluídos no aspecto "sociedade" ? Porque lá o cidadão controla, reclama, briga ao menor sinal de desrespeito e omissão dos seus representantes.
É claro que pode surgir alguém sério e revolucionar alguma coisa. Mas ainda estamos falando de Brasil, não é mesmo ?
Eu já tomei a minha decisão. Eu vou brigar pra mudar, nem que me chamem de maluco, revoltado e grosso.
E você ?
Só de Sacanagem...
Caros Amigos(as),
Gostaria de destacar um trecho que a Ana Carolina lê em uma de suas músicas, que é composto pela Elisa Lucinda. É muito interessante e se aplica a todos nós:
Só de Sacanagem (Elisa Lucinda, por Ana Carolina)
Meu coração está aos pulos !
Quantas vezes minha esperança será posta à prova ? Por quantas provas terá ela que passar?
Tudo isso que está aí no ar: malas, cuecas que voam entupidas de dinheiro, do meu dinheiro, do nosso dinheiro que reservamos duramente pra educar os meninos mais pobres que nós, pra cuidar gratuitamente da saúde deles e dos seus pais.
Esse dinheiro viaja na bagagem da impunidade e eu não posso mais.
Quantas vezes, meu amigo, meu rapaz, minha confiança vai ser posta à prova ? Quantas vezes minha esperança vai esperar no cais ?
É certo que tempos difíceis existem pra aperfeiçoar o aprendiz, mas não é certo que a mentira dos maus brasileiros venha quebrar no nosso nariz. Meu coração tá no escuro.
A luz é simples, regada ao conselho simples de meu pai, minha mãe, minha avó e os justos que os precederam:
- Não roubarás !
- Devolva o lápis do coleguinha !
- Esse apontador não é seu, minha filha !
Ao invés disso, tanta coisa nojenta e torpe tenho tido que escutar. Até habeas-corpus preventivo, coisa da qual nunca tinha visto falar, e sobre o qual minha pobre lógica ainda insiste: esse é o tipo de benefício que só ao culpado interessará.
Pois bem, se mexeram comigo, com a velha e fiel fé do meu povo sofrido, então agora eu vou sacanear: mais honesta ainda eu vou ficar. Só de sacanagem !
Dirão:
- Deixa de ser boba, desde Cabral que aqui todo o mundo rouba.
E eu vou dizer:
- Não importa ! Será esse o meu carnaval. Vou confiar mais e outra vez. Eu, meu irmão, meu filho e meus amigos. Vamos pagar limpo a quem a gente deve e receber limpo do nosso freguês. Com o tempo a gente consegue ser livre, ético e o escambau.
Dirão:
- É inútil, todo o mundo aqui é corrupto, desde o primeiro homem que veio de Portugal.E eu direi:- Não admito! Minha esperança é imortal !
E eu repito, ouviram ? IMORTAL !
Sei que não dá pra mudar o começo, mas, se a gente quiser, vai dar pra mudar o final.
Gostaria de destacar um trecho que a Ana Carolina lê em uma de suas músicas, que é composto pela Elisa Lucinda. É muito interessante e se aplica a todos nós:
Só de Sacanagem (Elisa Lucinda, por Ana Carolina)
Meu coração está aos pulos !
Quantas vezes minha esperança será posta à prova ? Por quantas provas terá ela que passar?
Tudo isso que está aí no ar: malas, cuecas que voam entupidas de dinheiro, do meu dinheiro, do nosso dinheiro que reservamos duramente pra educar os meninos mais pobres que nós, pra cuidar gratuitamente da saúde deles e dos seus pais.
Esse dinheiro viaja na bagagem da impunidade e eu não posso mais.
Quantas vezes, meu amigo, meu rapaz, minha confiança vai ser posta à prova ? Quantas vezes minha esperança vai esperar no cais ?
É certo que tempos difíceis existem pra aperfeiçoar o aprendiz, mas não é certo que a mentira dos maus brasileiros venha quebrar no nosso nariz. Meu coração tá no escuro.
A luz é simples, regada ao conselho simples de meu pai, minha mãe, minha avó e os justos que os precederam:
- Não roubarás !
- Devolva o lápis do coleguinha !
- Esse apontador não é seu, minha filha !
Ao invés disso, tanta coisa nojenta e torpe tenho tido que escutar. Até habeas-corpus preventivo, coisa da qual nunca tinha visto falar, e sobre o qual minha pobre lógica ainda insiste: esse é o tipo de benefício que só ao culpado interessará.
Pois bem, se mexeram comigo, com a velha e fiel fé do meu povo sofrido, então agora eu vou sacanear: mais honesta ainda eu vou ficar. Só de sacanagem !
Dirão:
- Deixa de ser boba, desde Cabral que aqui todo o mundo rouba.
E eu vou dizer:
- Não importa ! Será esse o meu carnaval. Vou confiar mais e outra vez. Eu, meu irmão, meu filho e meus amigos. Vamos pagar limpo a quem a gente deve e receber limpo do nosso freguês. Com o tempo a gente consegue ser livre, ético e o escambau.
Dirão:
- É inútil, todo o mundo aqui é corrupto, desde o primeiro homem que veio de Portugal.E eu direi:- Não admito! Minha esperança é imortal !
E eu repito, ouviram ? IMORTAL !
Sei que não dá pra mudar o começo, mas, se a gente quiser, vai dar pra mudar o final.
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
Perseverança da Leitura
Caros amigos(as),
Nunca fui muito fã de ler. Mas lia.
Achava chato, perda de tempo, quase um estado estático para aqueles que não têm mais o que fazer. Mas continuava lendo, mesmo que 10 ou 15 minutos por dia.
Hoje eu agradeço a perseverança que a leitura teve sobre mim.
Em alguns dias da semana, passo boa parte deles escrevendo emails e documentos de projetos. É nesse momento que sinto os benefícios da leitura. As palavras fluem melhor, as idéias se estruturam de forma mais fácil e de repente surgem palavras do inconsciente para popular os textos.
Hoje, o resultado de algum tempo dedicado a leitura (não apenas de livros, mas a jornais e revistas) me beneficia no trabalho e pode ajudar a todos vocês. Por isso, gostaria de compartilhar algumas dicas:
- Leia cerca de 15 minutos por dia (preferencialmente um livro, mas poder ser um jornal - não vale esportes, ok ? - ou revista).
- Tente não entrar muito no "internetês" (abreviações de expressões e palavras tais como "vc", "kd", "qq", "naum", etc), mesmo trocando mensagens por email, orkut, MSN e outros softwares de troca de mensagens. É claro que é difícil, mas ajuda muito não viciar nos termos, pois quando menos esperamos lá vai um deles inadvertidamente em nossos textos.
- Sempre que ler alguma palavra que não tenha certeza do significado, recorra ao dicionário. É muito bom saber sobre as várias possibilidades de emprego de uma determinada palavra.
- Não tente falar difícil. Não existe necessidade disso. As pessoas acabarão achando o seu texto chato e incompreensível.
- Pense sempre em quem estará lendo o que você está escrevendo. É muito importante se precaver que a pessoa ou grupo que lerá a mensagem terá uma grande chance de entender o que está sendo lido.
A nossa língua é complexa e quanto mais a conhecermos, mais perceberemos que temos muito mais a conhecer. Como na vida.
Grande abraço !
Nunca fui muito fã de ler. Mas lia.
Achava chato, perda de tempo, quase um estado estático para aqueles que não têm mais o que fazer. Mas continuava lendo, mesmo que 10 ou 15 minutos por dia.
Hoje eu agradeço a perseverança que a leitura teve sobre mim.
Em alguns dias da semana, passo boa parte deles escrevendo emails e documentos de projetos. É nesse momento que sinto os benefícios da leitura. As palavras fluem melhor, as idéias se estruturam de forma mais fácil e de repente surgem palavras do inconsciente para popular os textos.
Hoje, o resultado de algum tempo dedicado a leitura (não apenas de livros, mas a jornais e revistas) me beneficia no trabalho e pode ajudar a todos vocês. Por isso, gostaria de compartilhar algumas dicas:
- Leia cerca de 15 minutos por dia (preferencialmente um livro, mas poder ser um jornal - não vale esportes, ok ? - ou revista).
- Tente não entrar muito no "internetês" (abreviações de expressões e palavras tais como "vc", "kd", "qq", "naum", etc), mesmo trocando mensagens por email, orkut, MSN e outros softwares de troca de mensagens. É claro que é difícil, mas ajuda muito não viciar nos termos, pois quando menos esperamos lá vai um deles inadvertidamente em nossos textos.
- Sempre que ler alguma palavra que não tenha certeza do significado, recorra ao dicionário. É muito bom saber sobre as várias possibilidades de emprego de uma determinada palavra.
- Não tente falar difícil. Não existe necessidade disso. As pessoas acabarão achando o seu texto chato e incompreensível.
- Pense sempre em quem estará lendo o que você está escrevendo. É muito importante se precaver que a pessoa ou grupo que lerá a mensagem terá uma grande chance de entender o que está sendo lido.
A nossa língua é complexa e quanto mais a conhecermos, mais perceberemos que temos muito mais a conhecer. Como na vida.
Grande abraço !
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
Poupança de hoje - Aposentadoria para o futuro
Caros Amigos(as),
É muito importante uma poupança para o futuro. E para isso precisamos tentar economizar. Mas como ? Poderiam perguntar vários de vocês.
Pode não ser tão simples e em alguns casos isso é impossível, pois os gastos que possuem alta prioridade podem ser superiores aos ganhos. Nesse caso específico, é preciso pensar em novas fontes de receita e renegociações para não se pagar altos juros.
Para os que não conseguem ter um dinheiro em conta porque se sentem na obrigação de gastar, encarem a poupança (ou outro investimento) como uma conta mensal, de um valor determinado. E também, assim como uma conta, façam o exercício de esquecê-la quando já estiver paga. Aos que guardam as contas antigas por anos, por questões de comprovação, já tiveram a idéia de somá-las e extrair o valor total pago ? Impressiona negativamente, claro.
Da mesma forma, quando o investimento - por menor que seja - é encarado como uma conta a ser paga e o "esquecemos", temos a tendência de não acreditar como aquela quantia mensal (irrisória, que seja) consegue se tornar um bom montante. Apenas como exemplo, o pagamento (no popular, um depósito) de uma conta mensal de R$ 100,00 para a poupança acumula em 5 anos aproximadamente R$ 7.200,00. Em 10 anos, R$ 17.500,00.
Quando eu começo ? Ontem. Avalie o seu perfil - conservador, médio ou agressivo - e procure o investimento adequado: Poupança, Renda Fixa, Renda Variável, entre outros.
Por quanto tempo eu devo capitalizar ? O maior tempo possível, mas sem exageros.
Quando se fala em poupar não se incentiva o corte radical dos gastos com lazer, preferências pessoais, bens, etc. Afinal, trabalhamos para conseguir ter (deveria ser assim) as coisas que querermos. E não para acumular capital simplesmente pela vontade de ter altas cifras, sem objetivo aparente.
A poupança serve para um futuro mais tranquilo, uma compra de carro, casa ou apartamento, ajudar ou presentear a quem amamos, ou mesmo para uma aposentadoria. Ou vocês acham que o modelo de previdência pública pode melhorar ?
Grande abraço !
É muito importante uma poupança para o futuro. E para isso precisamos tentar economizar. Mas como ? Poderiam perguntar vários de vocês.
Pode não ser tão simples e em alguns casos isso é impossível, pois os gastos que possuem alta prioridade podem ser superiores aos ganhos. Nesse caso específico, é preciso pensar em novas fontes de receita e renegociações para não se pagar altos juros.
Para os que não conseguem ter um dinheiro em conta porque se sentem na obrigação de gastar, encarem a poupança (ou outro investimento) como uma conta mensal, de um valor determinado. E também, assim como uma conta, façam o exercício de esquecê-la quando já estiver paga. Aos que guardam as contas antigas por anos, por questões de comprovação, já tiveram a idéia de somá-las e extrair o valor total pago ? Impressiona negativamente, claro.
Da mesma forma, quando o investimento - por menor que seja - é encarado como uma conta a ser paga e o "esquecemos", temos a tendência de não acreditar como aquela quantia mensal (irrisória, que seja) consegue se tornar um bom montante. Apenas como exemplo, o pagamento (no popular, um depósito) de uma conta mensal de R$ 100,00 para a poupança acumula em 5 anos aproximadamente R$ 7.200,00. Em 10 anos, R$ 17.500,00.
Quando eu começo ? Ontem. Avalie o seu perfil - conservador, médio ou agressivo - e procure o investimento adequado: Poupança, Renda Fixa, Renda Variável, entre outros.
Por quanto tempo eu devo capitalizar ? O maior tempo possível, mas sem exageros.
Quando se fala em poupar não se incentiva o corte radical dos gastos com lazer, preferências pessoais, bens, etc. Afinal, trabalhamos para conseguir ter (deveria ser assim) as coisas que querermos. E não para acumular capital simplesmente pela vontade de ter altas cifras, sem objetivo aparente.
A poupança serve para um futuro mais tranquilo, uma compra de carro, casa ou apartamento, ajudar ou presentear a quem amamos, ou mesmo para uma aposentadoria. Ou vocês acham que o modelo de previdência pública pode melhorar ?
Grande abraço !
quinta-feira, 14 de agosto de 2008
Bem-vindo ao Blog "A Hora da Mudança"
Olá Amigos,
Esse modesto blog tem o objetivo de ser um espaço para que todos possamos discutir sobre atos e atitudes para mudar o meio que nos cerca.
Podemos abordar diversos assuntos tais como sociedade, política, violência, economia, trânsito, entre outros.
Um grande abraço a todos,
Nelson Mansur
Esse modesto blog tem o objetivo de ser um espaço para que todos possamos discutir sobre atos e atitudes para mudar o meio que nos cerca.
Podemos abordar diversos assuntos tais como sociedade, política, violência, economia, trânsito, entre outros.
Um grande abraço a todos,
Nelson Mansur
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